Segundo Curso de Iniciação ao Windsurf no CNH – Alunos falam da sua experiência

Atrás: Flávio Pereira (Monitor), Miguel Duarte, Vasco Lourenço e Jorge Fontes (Monitor)

À frente: Alexandra Cebola e Tiago Taveira

O Grupo de Trabalho da Secção de Windsurf do Clube Naval da Horta (CNH)  – de que fazem parte Jorge Fontes, Flávio Pereira, Rute Matos e João Medeiros – continua a dar seguimento ao plano de actividades traçado no início deste mandato, que termina no fim do ano. O segundo Curso de Iniciação ao Windsurf – que decorreu de 22 de Agosto a 5 do corrente – inclui-se precisamente nesse desiderato.

A turma era composta por 4 alunos, com idades inferiores a 18 anos, os quais foram convidados a partilhar com todos nós as experiências vividas em contexto de formação e a visão que têm sobre esta cativante modalidade.

Recorde-se que este Grupo de Trabalho já organizou, anteriormente, um outro Curso de Iniciação bem como um Curso de Aperfeiçoamento da modalidade.

Alexandra Cebola, 14 anos: “Gostava de participar num Curso de Aperfeiçoamento”

curso inic windsurf 2 2018

“O Curso correu bem. Foi fixe!

Decidi inscrever-me porque tinha interesse em experimentar este desporto. Devo confessar que no início é um bocadinho difícil. As mãos não estavam habituadas a fazer força para puxar a vela para cima, mas no fim do Curso era algo que eu já dominava melhor.

Tanto o Jorge como o Flávio foram bons Monitores, mas o Flávio esteve mais presente pelo facto de o Jorge ter tido compromissos profissionais.

Pratico Canoagem no Clube Naval da Horta mas não tem nada a ver com o Windsurf.

O facto de termos sido só 4 formandos foi muito bom, o que permitiu mais tempo e atenção por parte dos Monitores.

A montagem do equipamento levava sempre bastante tempo. Acho mesmo que esta parte era mais complicada do que a aula em si.

Posso dizer que não é um desporto tão cansativo como a Canoagem. É giro! E quando vamos rápido, é fixe! É claro que também não pode haver vento em demasia, senão caímos. Houve dias em que tivemos pouco vento e outros em que era demasiado forte. Deu para aprender muita coisa, mas se eu pudesse continuar, era bom. Gostava de participar num Curso de Aperfeiçoamento, caso surja essa oportunidade”.

Vasco Lourenço, 16 anos: “A adrenalina que se sente ao andar numa prancha é excelente!

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Vasco Lourenço (de óculos): “Os Monitores foram extraordinários e ensinaram bem. O meu agradecimento ao Jorge e ao Flávio por esta oportunidade”

“Já pratiquei Vela e Canoagem no CNH e desde há algum tempo que tinha vontade em iniciar-me neste desporto. Aliás, tentei participar no Curso de Iniciação que se realizou em 2017, mas não foi possível pelo facto de já ter compromissos naquela data.

Gosto de fazer Vela em regatas com a família, preferindo o Windsurf. No entanto, os conhecimentos marítimos da Vela ajudaram na teoria, mas na prática são desportos diferentes.

A Canoagem não se compara em nada ao Windsurf. A adrenalina que se sente ao andar numa prancha é excelente! A única coisa que nos separa da água é precisamente a prancha, permitindo um maior contacto com a água.

Apanhámos um dia com muito vento o que foi bom para aprendermos com condições mais exigentes.

Qualquer coisa que se aprenda de novo é difícil e neste caso não foi diferente. No início, o equilíbrio foi muito dificil, mas depois de se adquirir o jeito, vai bem. É como andar de bicicleta: primeiro caímos muitas vezes mas depois quando ganhamos o equilíbrio, já está. Agora, o importante é praticar. Para tal, vou combinar com os restantes alunos para praticarmos no sentido de evoluir.

Para já, penso utilizar o material da Secção, como aconteceu durante o Curso e depois de já ter mais conhecimento, poderei investir em equipamento próprio.

Participar nas actividades organizadas pelo Grupo de Trabalho da Secção de Windsurf do CNH, será um desafio interessante.

Na minha opinião, este desporto é para ambos os sexos e devo dizer que a Alexandra se saiu muito bem. Aqui, vamos pela técnica e não pela força e ela adaptou-se mesmo muito bem.

O facto de já nos conhecermos os 4, tornou as coisas mais fáceis. A amizade que nos une ajudou bastante Damo-nos todos muito bem e a “competição” que se gerou no grupo foi ao nosso nível. Não havia o medo de errar. Claro que gozávamos uns com os outros sempre que algo corria menos bem, mas ajudavámo-nos mutuamente. Foi espectacular!

O ambiente ajudou muito a gostar deste desporto, que é diferente e engraçado.

Os Monitores foram extraordinários e ensinaram bem. O meu agradecimento ao Jorge e ao Flávio pela oportunidade, sendo certo que o Flávio passou mais tempo connosco, pelo facto de o Jorge ter tido questões de agenda relacionadas com o trabalho.

Mesmo algumas pessoas que estavam a observar, também deram dicas. Foram todos extraordinários!

Gostava muito de participar num Curso de Aperfeiçoamento a fim de adquirir mais conhecimentos.

Aconselho vivamente a que outros experimentem o Windsurf, pois quando praticarem, vão apaixonar-se por este desporto”.

Tiago Taveira: 15 anos: “Foi muito positivo o facto de termos sido uma turma de apenas 4 alunos”

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“Fiz o Curso porque queria experimentar outros desportos.

Pratico Canoagem e experimentei a Vela no CNH e devo dizer que este Curso de Iniciação ao Windsurf foi muito bom.O equilíbrio foi mais ou menos difícil. Com técnica, já se consegue andar com mais vento.

O grupo era bom e sermos todos amigos também ajudou.

Foi muito positivo o facto de termos sido uma turma de apenas 4 alunos, o que tornou a aprendizagem mais fácil. Apenas havia um elemento feminino no grupo mas entendo que o Windsurf é um desporto para ambos os sexos. Embora se possa pensar que exige força, o que é uma realidade no início, com o tempo a técnica vai sendo o mais importante. A Alexandra safou-se bem!

Os Monitores foram bons e souberam ensinar.

Fiz este Curso para aprender e agora a evolução virá com a prática”.

Miguel Duarte, 14 anos: “Participei por incentivo de meu pai, que já praticou”

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“O Curso correu bem e foi bem organizado. Decidi participar porque meu pai me incentivou, tendo em conta que já praticou.

Não é um desporto muito difícil de aprender. No início demora-se um bocadinho a ganhar o equilíbrio, mas depois vai-se melhorando gradualmente.

Gostei do grupo, pois éramos todos da mesma idade e somos amigos.

Os Monitores estiveram bem e tenho uma boa amizade com eles.

Usámos o equipamento do CNH e pretendo continuar a fazer isso até perceber se vou evoluir no desporto ao ponto de se justificar investir na aquisição de material próprio.

Independentemente disso, gostava muito de participar num Curso de Aperfeiçoamento a fim de evoluir”.

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Atrás: João Medeiros, elemento do Grupo de Trabalho da Secção de Windsurf do CNH; Miguel Duarte, Vasco Lourenço e Jorge Fontes (Monitor)

À frente: Alexandra Cebola e Tiago Taveira

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